{"id":1129,"date":"2014-09-03T00:00:00","date_gmt":"2014-09-03T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-09-03T00:00:00","modified_gmt":"2014-09-03T03:00:00","slug":"cenario-de-exportacao-muda-com-alta-para-eua-e-europa-e-queda-para-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmj.com.br\/en\/cenario-de-exportacao-muda-com-alta-para-eua-e-europa-e-queda-para-china\/","title":{"rendered":"Cen\u00e1rio de exporta\u00e7\u00e3o muda com alta para EUA e Europa e queda para China"},"content":{"rendered":"<div class='node-author node-author-valor-share'>\n<div class='node-author-inner'>Por&nbsp;<strong>Denise Neumann | De S&atilde;o Paulo<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div id='node-body' class='n-content'>\n<p>Os dados da balan&ccedil;a comercial do &uacute;ltimo quadrimestre mostram uma mudan&ccedil;a nos destinos da exporta&ccedil;&atilde;o brasileira. H&aacute; recupera&ccedil;&atilde;o nos embarques para Estados Unidos e Uni&atilde;o Europeia e uma in&eacute;dita queda nas vendas para a China, al&eacute;m do aprofundamento da retra&ccedil;&atilde;o no com&eacute;rcio com a Argentina. E como a parte benigna desse cen&aacute;rio &#8211; a melhora da atividade nos pa&iacute;ses desenvolvidos &#8211; continuar&aacute; presente em 2015, ela pode ajudar a economia brasileira.<\/p>\n<p>Depois de anos de crescimento, as vendas para a China recuaram, influenciadas pela queda no pre&ccedil;o da soja e do min&eacute;rio de ferro, movimento que tamb&eacute;m &eacute; reflexo do menor crescimento do pa&iacute;s asi&aacute;tico. De janeiro a abril deste ano (sobre igual per&iacute;odo de 2013), as exporta&ccedil;&otilde;es para a China ainda cresceram 13%, mas no segundo quadrimestre recuaram 8,8%. No acumulado do ano, o resultado &eacute; um pequeno crescimento de 0,9%, muito abaixo da alta de dois d&iacute;gitos dos &uacute;ltimos anos<\/p>\n<div class='ml-image mdl mblue mdl-img tabela-liberar-proporcao left ml-image-preset-media_library_small_horizontal  media-library-image'>\n<div class='hdr-right'>Parte da diferen&ccedil;a entre os quadrimestres decorre da antecipa&ccedil;&atilde;o dos embarques de soja (ap&oacute;s crescer 42% nos primeiros quatro meses, a exporta&ccedil;&atilde;o do gr&atilde;o recuou 13% de maio a agosto, sempre em rela&ccedil;&atilde;o a 2013), mas nos &uacute;ltimos meses h&aacute; recuo em outras commodities, como min&eacute;rio de ferro e a&ccedil;&uacute;car.<\/div>\n<\/div>\n<p>&#8216;A queda no pre&ccedil;o das commodities foi generalizada e afetou o com&eacute;rcio com a China&#8217;, observa Fabio Silveira, economista-chefe da GO Associados. Mais que a desacelera&ccedil;&atilde;o da economia chinesa, a retra&ccedil;&atilde;o decorre da expectativa de alta dos juros americanos. A tend&ecirc;ncia, diz Silveira, &eacute; de novos recuos nas cota&ccedil;&otilde;es desses itens.<\/p>\n<p>Lu&iacute;s Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e Globaliza&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica (Sobeet), afirma que 70% da exporta&ccedil;&atilde;o brasileira para a China &eacute; de soja e min&eacute;rio de ferro. Este ano, em m&eacute;dia, o pre&ccedil;o de exporta&ccedil;&atilde;o da soja foi 4% menor, enquanto a queda no min&eacute;rio passa de 15%, segundo dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex).<\/p>\n<p>&#8216;O com&eacute;rcio com os chineses est&aacute; desacelerando por fatores n&atilde;o t&atilde;o conjunturais, pois envolve tanto pre&ccedil;o como volume&#8217;, diz Lima. Segundo ele, o menor crescimento em quantidade est&aacute; relacionado &agrave; transi&ccedil;&atilde;o que o governo chin&ecirc;s est&aacute; fazendo na economia e que visa aumentar o peso do consumo dom&eacute;stico no Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>Se a exporta&ccedil;&atilde;o para a China perde f&ocirc;lego e os embarques para a Argentina caem cada vez mais, h&aacute; sinais de recupera&ccedil;&atilde;o das vendas para os mercados mais ricos. Sem petr&oacute;leo, a venda de produtos brasileiros para os Estados Unidos manteve, nos dois quadrimestres, alta de 14% sobre o ano passado, o que indica uma recupera&ccedil;&atilde;o bem consistente.<\/p>\n<p>Com petr&oacute;leo, o aumento foi de 16% no primeiro quadrimestre e 5,3% no segundo, mas como o volume do produto &eacute; muito vol&aacute;til, ele esconde, um pouco, a recupera&ccedil;&atilde;o nos outros itens. O Brasil est&aacute; vendendo mais avi&otilde;es, produtos de ferro e a&ccedil;o, celulose, m&aacute;quinas e motores para os americanos.<\/p>\n<p>&#8216;Nas exporta&ccedil;&otilde;es para os americanos, ocorre o inverso da China, pois o Brasil est&aacute; vendendo mais celulose, soja e caf&eacute;&#8217;, diz Silveira, listando diferentes commodities. Esse aumento, que tamb&eacute;m inclui alguns manufaturados, j&aacute; &eacute; reflexo da retomada da economia americana, acrescenta o economista. &#8216;Qualquer suspiro no mercado internacional nos ajuda&#8217;, afirma.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m para a Uni&atilde;o Europeia h&aacute; uma revers&atilde;o positiva. Nos primeiros quatro meses do ano, a exporta&ccedil;&atilde;o para a regi&atilde;o caiu quase 11%, em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo de 2013. Mas no segundo quadrimestre (sobre o segundo do ano passado), o resultado se inverte e vira um pequeno crescimento de 1,3%. Em bens intermedi&aacute;rios, a exporta&ccedil;&atilde;o caiu 7,7% nos primeiros quatro meses e cresceu 7% no per&iacute;odo de maio a julho (o dado desagregado de agosto n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel), sempre em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.<\/p>\n<p>A recupera&ccedil;&atilde;o para os mercados desenvolvidos, diz Bruno Lavieri, economista da Tend&ecirc;ncias Consultoria, est&aacute; relacionada com a recupera&ccedil;&atilde;o das respectivas economias, por enquanto mais forte nos Estados Unidos. &#8216;O Brasil poderia estar surfando mais nessa onda, mas isso n&atilde;o acontece pela falta de acordos internacionais. A pol&iacute;tica comercial dos &uacute;ltimos anos ficou muito focada no Mercosul&#8217;, afirma.<\/p>\n<p>Por conta dessa orienta&ccedil;&atilde;o o pa&iacute;s foi t&atilde;o fortemente atingido pela crise argentina. As exporta&ccedil;&otilde;es para o vizinho est&atilde;o caindo cada vez mais. De janeiro a abril, a retra&ccedil;&atilde;o foi de 17,3%. No segundo quadrimestre, a queda subiu para 30%. Em valores, no ano, o Brasil perdeu US$ 3,2 bilh&otilde;es em vendas para o parceiro do Mercosul.<\/p>\n<p>O quadro por destino desenhado no segundo quadrimestre mostra uma mudan&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado e aponta, um pouco, o cen&aacute;rio que pode ser esperado para o pr&oacute;ximo ano, especialmente quanto &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o dos embarques para as economias desenvolvidas.<\/p>\n<p>Pelo crit&eacute;rio de m&eacute;dia di&aacute;ria, no ano passado, o Brasil vendeu 10,8% mais para a China e 8,1% mais para a Argentina, enquanto as exporta&ccedil;&otilde;es para Estados Unidos e Uni&atilde;o Europeia recuaram, 8,1% e 3,5%, respectivamente. No caso dos EUA, descontando o petr&oacute;leo, o resultado de 2013 foi de estabilidade: 0,2% a mais em rela&ccedil;&atilde;o a 2012.<\/p>\n<p>Para os economistas, a recupera&ccedil;&atilde;o para os pa&iacute;ses desenvolvidos pode ser mais permanente na pauta exportadora e a tend&ecirc;ncia para a China &eacute; de crescimento, ainda que em ritmo menor que o registrado nos &uacute;ltimos anos. Al&eacute;m do c&acirc;mbio, que ajudou a melhorar um pouco a competitividade do exportador brasileiro, e deve ajudar ainda amais no pr&oacute;ximo ano, a pr&oacute;pria retra&ccedil;&atilde;o do mercado brasileiro pode incentivar exporta&ccedil;&otilde;es em 2015.<\/p>\n<p>&#8216;O que realmente determina o com&eacute;rcio &eacute; a demanda, e ela est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o nos EUA e em alguns pa&iacute;ses europeus, enquanto o modelo de foco no mercado interno brasileiro est&aacute; comprometido&#8217;, afirma Lima, da Sobeet. Para a Europa ele espera refor&ccedil;o da exporta&ccedil;&atilde;o de carnes, entre outros itens.<\/p>\n<p>Silveira, da GO Associados, lembra que no pr&oacute;ximo ano a sa&iacute;da para a economia brasileira passa pelo setor externo. &#8216;A pr&oacute;pria crise dom&eacute;stica, aliada a um c&acirc;mbio mais desvalorizado, vai ajudar na melhora da balan&ccedil;a comercial&#8217;, diz. &#8216;As empresas, diante do esgotamento da demanda interna, v&atilde;o come&ccedil;ar a olhar mais para o mercado externo.&#8217;<\/p>\n<p>Outra ajuda, avalia o economista, vir&aacute; do petr&oacute;leo, que j&aacute; est&aacute; ajudando as exporta&ccedil;&otilde;es este ano e que continuar&aacute; um ponto positivo em 2015. Silveira projeta d&eacute;ficit comercial de US$ 1 bilh&atilde;o este ano e saldo positivo de US$ 3 bilh&otilde;es em 2015, com aumento de 3% nas exporta&ccedil;&otilde;es e c&acirc;mbio na faixa de R$ 2,40 a R$ 2,45.<\/p>\n<p>Nas proje&ccedil;&otilde;es da Tend&ecirc;ncias, a exporta&ccedil;&atilde;o brasileira encerrar&aacute; 2014 com queda de 1% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Nesse cen&aacute;rio, o com&eacute;rcio com a China se mant&eacute;m semelhante &agrave; media do ano, quando aumentou apenas 0,9%, explica Lavieri.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Denise Neumann | De S&atilde;o Paulo Os dados da balan&ccedil;a comercial do &uacute;ltimo quadrimestre mostram uma mudan&ccedil;a nos destinos da exporta&ccedil;&atilde;o brasileira. 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