{"id":1171,"date":"2014-11-28T00:00:00","date_gmt":"2014-11-28T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-11-28T00:00:00","modified_gmt":"2014-11-28T03:00:00","slug":"asiaticos-avancam-sobre-texteis-calcados-e-eletronicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmj.com.br\/en\/asiaticos-avancam-sobre-texteis-calcados-e-eletronicos\/","title":{"rendered":"Asi\u00e1ticos avan\u00e7am sobre t\u00eaxteis, cal\u00e7ados e eletr\u00f4nicos"},"content":{"rendered":"<div class='node-author node-author-valor-share'>\n<div class='node-author-inner'>Por&nbsp;<strong>Vanessa Jurgenfeld | De S&atilde;o Paulo<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div id='node-body' class='n-content'>\n<p>A China ganhou market share no mercado dom&eacute;stico na primeira d&eacute;cada dos anos 2000 principalmente em cinco setores: couro e ind&uacute;stria cal&ccedil;adista, pl&aacute;sticos e borrachas, t&ecirc;xtil e produtos t&ecirc;xteis, equipamentos el&eacute;tricos e &oacute;ticos e outras manufaturas e reciclagem. O crescimento chin&ecirc;s se deu principalmente em substitui&ccedil;&atilde;o &agrave;s importa&ccedil;&otilde;es brasileiras de outros pa&iacute;ses e menos sobre a produ&ccedil;&atilde;o nacional.<\/p>\n<p>Estudo do economista da Finep Eduardo Maxnuck Coelho Soares e da professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Marta dos Reis Castilho mostra que, entre 2001 e 2009, a participa&ccedil;&atilde;o dos chineses cresceu de 0,54% para 3,90% no setor t&ecirc;xtil, de 2,22% para 2,80% no cal&ccedil;adista, e passou de 1,89% para 11,30% nos equipamentos el&eacute;tricos e &oacute;ticos. J&aacute; no ramo &#8216;pl&aacute;sticos e borrachas&#8217; e em &#8216;outras manufaturas e reciclagem&#8217;, a China, que n&atilde;o atuava em 2001, passou, em 2009, a 2,10% no primeiro grupo e a 1% no segundo. Em &#8216;outras manufaturas e reciclagem&#8217; est&atilde;o inclu&iacute;dos, por exemplo, fabrica&ccedil;&atilde;o de instrumentos musicais, de brinquedos e reciclagem de res&iacute;duos de metal e sucata.<\/p>\n<p>Marta destaca que os dados mostram que o avan&ccedil;o chin&ecirc;s envolve setores tradicionais, como cal&ccedil;ados e t&ecirc;xteis, e tamb&eacute;m de mais alta tecnologia, como equipamentos el&eacute;tricos e &oacute;ticos.<\/p>\n<div class='ml-image mdl mblue mdl-img tabela-liberar-proporcao left ml-image-preset-media_library_small_horizontal  media-library-image'>\n<div class='hdr-right'>Segundo a pesquisa, o setor mais prejudicado &eacute; o t&ecirc;xtil, no qual o avan&ccedil;o chin&ecirc;s se deu sobre o market share das empresas brasileiras t&ecirc;xteis e tamb&eacute;m sobre a fatia de outros pa&iacute;ses que fornecem t&ecirc;xteis ao Brasil. Nos outros quatro ramos, &eacute; mais n&iacute;tido que a China avan&ccedil;ou sobre outros produtores estrangeiros, agrupados na pesquisa como &#8216;resto do mundo&#8217;. Os produtores nacionais, nesses quatro casos, at&eacute; conseguiram manter suas fatias ou mesmo crescer.<\/div>\n<\/div>\n<p>Segundo Marta, o estudo mostra que foi esse o movimento mais comum na d&eacute;cada de 2000, quando a China come&ccedil;ou a expandir sua atua&ccedil;&atilde;o pelo mundo. No caso de cal&ccedil;ados, o produtor brasileiro, que detinha 93,33% de market share, em 2001, passou a 93,90% em 2009. Enquanto China cresce, o resto do mundo sai de 4,44% em 2001 no mercado brasileiro de cal&ccedil;ados e cai para 3,30% em 2009.<\/p>\n<p>Em pl&aacute;sticos e borrachas a rela&ccedil;&atilde;o foi similar: enquanto China acelera, os produtores brasileiros mantiveram sua participa&ccedil;&atilde;o &#8211; foram de 88,18% para 88,60% no per&iacute;odo. O resto do mundo saiu de 11,82% para 9,30%. Em equipamentos el&eacute;tricos e &oacute;ticos, o avan&ccedil;o chin&ecirc;s &eacute; acompanhado pelo crescimento do produtor brasileiro, que passa de 58,68% para 67,50%. J&aacute; o resto do mundo encolhe de 39,43% para 21,20%. J&aacute;, no t&ecirc;xtil, o produtor nacional detinha 95,11% do mercado em 2001 e caiu para 92,60% em 2009. O resto do mundo baixou de 4,35% para 3,40%.<\/p>\n<p>Para Marta, os dados n&atilde;o permitem afirmar que depois de 2009 &#8211; ano final da pesquisa &#8211; a China n&atilde;o possa ter intensificado seu avan&ccedil;o sobre os produtores brasileiros. Ela afirma que h&aacute; sinaliza&ccedil;&otilde;es de que isso ocorreu, mas n&atilde;o havia dados para fazer essa an&aacute;lise ap&oacute;s 2009 na base de dados utilizada.<\/p>\n<p>A pesquisa usou estat&iacute;sticas de matriz insumo-produto mundial (World Input-Output Database), dispon&iacute;veis at&eacute; 2009. Essa base &#8216;interliga&#8217; as estruturas produtivas de um n&uacute;mero elevado de pa&iacute;ses atrav&eacute;s de fluxo de com&eacute;rcio, de forma que &eacute; poss&iacute;vel observar que uma mudan&ccedil;a em um determinado pa&iacute;s pode afetar o consumo intermedi&aacute;rio ou a estrutura produtiva de outros.<\/p>\n<p>Por meio desses dados, o estudo observou quem est&aacute; deslocando quem no mercado brasileiro. &#8216;Essas matrizes s&atilde;o cada vez mais importantes por causa da expans&atilde;o das cadeias globais de valor e da necessidade de an&aacute;lises que olhem para essas cadeias&#8217;, diz a professora.<\/p>\n<p>Para Marta, o Brasil deve pensar pol&iacute;ticas que limitem o avan&ccedil;o da China. &#8216;N&atilde;o acho que a gente deva se colocar passivamente diante desses fen&ocirc;menos, porque eles t&ecirc;m efeitos sobre emprego, que podem vir a ser relevantes, e efeitos sobre uma desarticula&ccedil;&atilde;o produtiva&#8217;, diz. Ela defende uma pol&iacute;tica industrial eficaz &#8211; diferentemente do que foi feito at&eacute; agora. &#8216;Isso tem que ser pensado com urg&ecirc;ncia para haver resultados no m&eacute;dio prazo sen&atilde;o a concorr&ecirc;ncia chinesa pode desarticular a ind&uacute;stria de uma forma que ficar&aacute; muito dif&iacute;cil reverter essa situa&ccedil;&atilde;o&#8217;, afirma.<\/p>\n<p>Entre representantes do setor t&ecirc;xtil e cal&ccedil;adista, nos &uacute;ltimos anos foram comuns as reclama&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; invas&atilde;o chinesa. Os dados do com&eacute;rcio t&ecirc;xtil, em especial, mostram d&eacute;ficits acumulados ano a ano desde meados dos anos 2000. Renato Jardim, gerente da &aacute;rea internacional e de economia da Abit, associa&ccedil;&atilde;o que representa o setor, diz que a balan&ccedil;a comercial de 2014 deve manter essa tend&ecirc;ncia. Espera-se uma importa&ccedil;&atilde;o de US$ 7 bilh&otilde;es e exporta&ccedil;&atilde;o de US$ 1,2 bilh&atilde;o, com d&eacute;ficit de US$ 5,8 bilh&otilde;es, provocado principalmente pela China.<\/p>\n<p>No setor cal&ccedil;adista, embora haja avan&ccedil;o das importa&ccedil;&otilde;es nos &uacute;ltimos anos, o saldo deste ano deve ser positivo. Presidente da Abical&ccedil;ados, Heitor Klein, diz que nos pr&oacute;ximos meses poder&aacute; haver queda de importados, em fun&ccedil;&atilde;o do encarecimento provocado pela desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real.<\/p>\n<p>Para Lia Valls, professora do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, n&atilde;o foi somente no Brasil que as exporta&ccedil;&otilde;es chinesas deslocaram os embarques de outros pa&iacute;ses. &#8216;Em produtos eletr&ocirc;nicos, por exemplo, a China deslocou nos &uacute;ltimos anos exporta&ccedil;&otilde;es da Coreia e do Jap&atilde;o.&#8217;<\/p>\n<p>Lia ressalta que a China ainda mant&eacute;m um processo de eleva&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do tecnol&oacute;gico que, aliado &agrave; produ&ccedil;&atilde;o em grande escala, favorece a exporta&ccedil;&atilde;o. A ind&uacute;stria relativamente diversificada, destaca, garante uma pauta de exporta&ccedil;&atilde;o ampla, o que permite aos chineses aproveitar rapidamente oportunidades.<\/p>\n<p>A evolu&ccedil;&atilde;o da importa&ccedil;&atilde;o de produtos chineses mostra essa diversidade. Em 2011, favorecidas por uma demanda dom&eacute;stica crescente e pelo real valorizado, a importa&ccedil;&atilde;o de autom&oacute;veis chineses deslanchou e somou US$ 334,3 milh&otilde;es. Naquele ano o autom&oacute;vel de passageiro chegou a entrar em s&eacute;timo na lista dos dez itens mais comprados pelo Brasil do pa&iacute;s asi&aacute;tico. O valor representou salto significativo frente aos US$ 19,9 milh&otilde;es de carros importados do pa&iacute;s asi&aacute;tico no ano anterior.<\/p>\n<p>Ao fim de 2011, por&eacute;m, o governo federal elevou em 30 pontos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros importados, o que acabou reduzindo o desembarque de carros chineses e coreanos. Como reflexo tamb&eacute;m da medida tribut&aacute;ria, em 2012, a importa&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos chineses caiu para US$ 45,5 milh&otilde;es. Mesmo assim, a China tornou-se naquele ano o principal fornecedor externo do Brasil, levando em conta os pa&iacute;ses, individualmente.<\/p>\n<p>Em 2014, at&eacute; outubro, as importa&ccedil;&otilde;es origem China ficaram praticamente est&aacute;veis em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano passado, com queda de apenas 0,01%. As importa&ccedil;&otilde;es totais do Brasil recuaram no mesmo per&iacute;odo 4,2%. O que impediu um recuo maior das importa&ccedil;&otilde;es chinesas foi a alta de 36,2% nos circuitos impressos e partes para aparelhos de telefonia, item &#8216;made in China&#8217; mais importado pelo Brasil nos primeiros dez meses do ano. Os desembarques chineses este ano tamb&eacute;m inclu&iacute;ram US$ 379,01 milh&otilde;es em plataforma de petr&oacute;leo no m&ecirc;s de janeiro.&nbsp;<strong>(Colaborou Marta Watanabe)<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Vanessa Jurgenfeld | De S&atilde;o Paulo A China ganhou market share no mercado dom&eacute;stico na primeira d&eacute;cada dos anos 2000 principalmente em cinco setores: couro e ind&uacute;stria cal&ccedil;adista, pl&aacute;sticos e&#8230;<\/p>","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[22],"class_list":{"0":"post-1171","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"tag-portugues"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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