{"id":50664,"date":"2016-08-15T00:00:00","date_gmt":"2016-08-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bmj.com.br\/por-que-ainda-apostar-na-omc\/"},"modified":"2016-08-15T00:00:00","modified_gmt":"2016-08-15T03:00:00","slug":"por-que-ainda-apostar-na-omc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmj.com.br\/en\/por-que-ainda-apostar-na-omc\/","title":{"rendered":"Por que ainda apostar na OMC?"},"content":{"rendered":"<p><img src='\/images\/Por_que_ainda_apostar_na_OMC-01.png' alt='' \/><\/p>\n<p><em>Em meio a muita balb&uacute;rdia a respeito da relev&acirc;ncia (ou n&atilde;o) do sistema multilateral de com&eacute;rcio hoje representado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC), valem a pena algumas reflex&otilde;es sobre os diferentes desafios enfrentados para liberalizar o com&eacute;rcio em um mundo cada vez mais protecionista.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A OMC &eacute;, h&aacute; pouco mais de duas d&eacute;cadas, uma hist&oacute;ria de sucesso. S&atilde;o muitas as vit&oacute;rias contabilizadas pelo sistema, muitos os louros em diferentes &aacute;reas administradas pela Organiza&ccedil;&atilde;o, e muitas as vantagens para os, hoje, 164 Membros.<\/p>\n<p>Para al&eacute;m do extremamente bem-sucedido sistema de solu&ccedil;&atilde;o de controv&eacute;rsias constru&iacute;do no &acirc;mbito da Organiza&ccedil;&atilde;o &ndash; com profissionais altamente qualificados, disputas comerciais sofisticadas e uma inigual&aacute;vel capacidade de influenciar a cria&ccedil;&atilde;o de uma jurisprud&ecirc;ncia de alcance internacional &ndash;, a OMC contabiliza ganhos em outras &aacute;reas individuais ao longo dos anos. Exemplo recente disso s&atilde;o o Acordo de Facilita&ccedil;&atilde;o em Com&eacute;rcio firmado da Confer&ecirc;ncia Ministerial de Bali, e a proibi&ccedil;&atilde;o de subs&iacute;dios &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de produtos agr&iacute;colas e o disciplinamento de medidas equivalentes, como cr&eacute;ditos oficiais favorecidos, ajuda alimentar distorcida e uso inadequado de empresas estatais, alcan&ccedil;ados durante a Confer&ecirc;ncia Ministerial de Nair&oacute;bi em dezembro passado. E esses s&atilde;o os exemplos mais recentes, apenas.<\/p>\n<p>N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas sobre os ganhos sist&ecirc;micos para os Membros que aderiram &agrave; OMC, e n&atilde;o &agrave; toa o n&uacute;mero de acess&otilde;es n&atilde;o parou de crescer ao longo dos anos. No entanto, parece haver um entendimento equivocado, ao menos no Brasil, de que em raz&atilde;o de n&atilde;o se conseguir um consenso dos Membros com rela&ccedil;&atilde;o a totalidade dos temas da Rodada Doha, ent&atilde;o a OMC n&atilde;o funciona. Isso n&atilde;o &eacute; verdade.<\/p>\n<p>A Rodada Doha lan&ccedil;ada em 2001 reflete um enorme pacote de ambi&ccedil;&otilde;es que contempla diferentes interesses dos Membros. Deste pacote, v&aacute;rios avan&ccedil;os foram feitos em diferentes &aacute;reas ao longo dos anos &ndash; como agricultura, transpar&ecirc;ncia, tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e facilita&ccedil;&atilde;o de com&eacute;rcio &ndash;, em que pese ainda haver discord&acirc;ncia em muitos outros temas. Desqualificar estas vit&oacute;rias (grandes vit&oacute;rias!) em raz&atilde;o da n&atilde;o conclus&atilde;o de todos os temas propostas na Rodada &eacute; um enorme engano.<\/p>\n<p>&Eacute; tamb&eacute;m um equ&iacute;voco o entendimento de que se tem que priorizar acordos bilaterais, regionais, ou os famosos &ldquo;mega-acordos&rdquo; em detrimento das negocia&ccedil;&otilde;es na OMC. N&atilde;o h&aacute; necessidade de escolher entre uma frente e outra, quando se pode fazer tudo paralelamente. &nbsp;Com efeito, j&aacute; se demonstrou em diversas oportunidades que decis&otilde;es tomadas em acordos de menor escala facilitam, em muito, as decis&otilde;es a serem tomadas na OMC pelos seus Membros, que j&aacute; chegam alinhados em discuss&otilde;es de temas que s&atilde;o tratados no &acirc;mbito da Organiza&ccedil;&atilde;o. Contudo, negociar em v&aacute;rias frentes alavanca o poder de barganha dos pa&iacute;ses negociadores, de forma que n&atilde;o h&aacute; desvantagem.<\/p>\n<p>Vale lembrar, ademais, que a OMC &eacute; ainda o &uacute;nico foro de com&eacute;rcio multilateral capaz de emanar regras e decis&otilde;es horizontais para praticamente todos os <em>players<\/em> do mundo em com&eacute;rcio internacional. Some-se a isso ao fato de que a conclus&atilde;o de &ldquo;mega-acordos&rdquo; que, para alguns, estariam amea&ccedil;ando a relev&acirc;ncia da OMC, n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples quanto parece. Exemplo disso s&atilde;o as recentes declara&ccedil;&otilde;es dos candidatos &agrave; presid&ecirc;ncia dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump, sobre a enormemente proclamada Parceria Transpac&iacute;fico (TPP), que corre o risco de n&atilde;o ser ratificada por press&atilde;o interna de diferentes setores da economia norte-americana.<\/p>\n<p>Num mundo cada vez mais protecionista, um dos grandes desafios da OMC parece ser ajustar as dificuldades da realidade de um cen&aacute;rio muito menos otimista do que aquele da d&eacute;cada de 1990 e come&ccedil;o dos anos 2000 &agrave;s expectativas e anseios atuais dos seus Membros. A import&acirc;ncia da manuten&ccedil;&atilde;o do sistema &eacute; inquestion&aacute;vel, mas a fim de mant&ecirc;-lo e assegurar sua relev&acirc;ncia para os pr&oacute;ximos anos, &eacute; necess&aacute;rio que os Membros estejam dispostos a uma profunda reflex&atilde;o sobre alternativas mais flex&iacute;veis e criativas, sobretudo no que diz respeito &agrave;s tomadas de decis&otilde;es que afetem a todos horizontalmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style='text-align: center;'><img src='\/images\/renata-amaral4.jpg' alt='' width='193' height='128' \/>&nbsp;<\/p>\n<p style='text-align: center;'><strong>Renata Vargas Amaral<\/strong><\/p>\n<p style='text-align: center;'><em>Coordenadora de Com&eacute;rcio internacional da BMJ<\/em><\/p>\n<p style='text-align: center;'><em>Doutora em Direito do Com&eacute;rcio Internacional<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style='font-size: 12px;'><em><strong>Esse texto faz parte da <a href='http:\/\/goo.gl\/gNkUdx'>9&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da revista Boletim BMJ<\/a>.<\/strong><\/em><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio a muita balb&uacute;rdia a respeito da relev&acirc;ncia (ou n&atilde;o) do sistema multilateral de com&eacute;rcio hoje representado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC), valem a pena algumas reflex&otilde;es sobre&#8230;<\/p>","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[22],"class_list":{"0":"post-50664","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-bmj","7":"tag-portugues"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Por que ainda apostar na OMC? 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