{"id":51066,"date":"2014-10-07T00:00:00","date_gmt":"2014-10-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bmj.com.br\/investimento-estrangeiro-e-exportacao-2\/"},"modified":"2014-10-07T00:00:00","modified_gmt":"2014-10-07T03:00:00","slug":"investimento-estrangeiro-e-exportacao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmj.com.br\/en\/investimento-estrangeiro-e-exportacao-2\/","title":{"rendered":"Investimento Estrangeiro e Exporta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A experi&ecirc;ncia internacional mostra que o aumento dos fluxos de com&eacute;rcio exterior e ganhos de competitividade de pa&iacute;ses em desenvolvimento est&atilde;o relacionados com os investimentos diretos estrangeiros, respons&aacute;veis pela introdu&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias e ind&uacute;strias, aumento da capacidade de produ&ccedil;&atilde;o e aumento das exporta&ccedil;&otilde;es nesses pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>Como regra geral, o investimento direto estrangeiro tem elevado potencial para fomentar as exporta&ccedil;&otilde;es. No entanto, o grau em que o IED est&aacute; relacionado ao com&eacute;rcio exterior depende, em boa medida, de caracter&iacute;sticas econ&ocirc;micas e institucionais do pa&iacute;s receptor do investimento e, fundamentalmente, da sua capacidade de gerar condi&ccedil;&otilde;es para exporta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>As companhias estrangeiras instaladas nos diversos pa&iacute;ses s&atilde;o respons&aacute;veis por grande parte da exporta&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses. Pesquisa realizada pela UNCTAD (Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Com&eacute;rcio e Desenvolvimento) mostra que, nos &uacute;ltimos 3 anos, as exporta&ccedil;&otilde;es de empresas estrangeiras a partir do pa&iacute;s responderam por 20% das exporta&ccedil;&otilde;es nos Estados Unidos, 34% na Fran&ccedil;a e, na China, 50% das exporta&ccedil;&otilde;es foram realizadas por filiais de empresas multinacionais. Esse percentual pode chegar a 70% nos pa&iacute;ses em desenvolvimento.<\/p>\n<p>No caso das empresas multinacionais que atuam no Brasil, considerando o tri&ecirc;nio 2010-2012, tiveram uma participa&ccedil;&atilde;o no com&eacute;rcio exterior superior &agrave;s empresas de capital nacional, embora essa diferen&ccedil;a fosse maior para as importa&ccedil;&otilde;es que para as exporta&ccedil;&otilde;es no per&iacute;odo estudado, como mostra e estudos divulgados pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria &ndash; CNI.<\/p>\n<p>&nbsp;<img src='\/images\/tabela1.png' alt='' \/><\/p>\n<p><em>Fonte: CNI &#8211; elaborada a partir de tabula&ccedil;&atilde;o especial da Funcex e dados da SECEX<\/em><\/p>\n<p>De acordo com dados do MDIC, considerando as maiores empresas exportadoras em 2013, respons&aacute;veis por 80% do valor das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras, identifica-se que 131 s&atilde;o nacionais e 179 estrangeiras.&nbsp; E essas &uacute;ltimas respondem por 61% do valor total exportado entre as maiores e representam 23% do total das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras.<\/p>\n<p>Por outro lado, o desempenho das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras vem caindo, sendo que, no primeiro semestre de 2014, o saldo comercial ficou negativo em US$ 2,5 bilh&otilde;es. Apresentou uma recupera&ccedil;&atilde;o nos meses de julho e agosto, ficando o saldo positivo em US$ 249 milh&otilde;es. No entanto, essa melhora &eacute; resultado de uma piora na economia brasileira, que afetou negativamente as importa&ccedil;&otilde;es, apresentando queda de 3% no per&iacute;odo. As importa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o tiveram queda maior devido ao crescimento da compra de combust&iacute;veis e lubrificantes, que s&oacute; no m&ecirc;s de agosto atingiu o percentual de 30,6%.<\/p>\n<p>Contribui para e performance negativa da exporta&ccedil;&atilde;o brasileira a perda de competitividade das empresas. O crescimento lento da produtividade, a falta de log&iacute;stica, mudan&ccedil;as cambiais desfavor&aacute;veis, aumento dos custos com energia, al&eacute;m dos custos tribut&aacute;rios, previdenci&aacute;rios, trabalhistas e burocr&aacute;ticos, est&atilde;o entre os fatores da eleva&ccedil;&atilde;o do custo produtivo do pa&iacute;s. Desde 2008, n&atilde;o houve crescimento nenhum, em termos de valor, das exporta&ccedil;&otilde;es&nbsp;de manufaturados, s&oacute; em agosto a queda foi de 7%.<\/p>\n<p>A competitividade brasileira depende de um complexo conjunto de fatores e n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil atac&aacute;-los. O &ldquo;custo Brasil&rdquo; &eacute; um dos antigos entraves nas exporta&ccedil;&otilde;es e muitos instrumentos e medidas de car&aacute;ter permanente e transit&oacute;rio foram tomadas pelo Governo, durante os &uacute;ltimos anos. Mas vamos focar essa an&aacute;lise em uma ferramenta da pol&iacute;tica de com&eacute;rcio exterior que tem sido capaz de atenuar esse entrave na competitividade da exporta&ccedil;&atilde;o brasileira, principalmente de bens manufaturados, que &eacute; o PROEX Equaliza&ccedil;&atilde;o. Esse mecanismo, por outro lado, tem sofrido com os frequentes contingenciamentos dos recursos or&ccedil;ados, atrasos na execu&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria (impactando exportadores e bancos privados), frequentes modifica&ccedil;&otilde;es de procedimentos e diferentes interpreta&ccedil;&otilde;es de regras vigentes.<\/p>\n<p>Resumidamente, a ferramenta de Equaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; pass&iacute;vel de ser combinada a financiamento obtido junto a bancos privados, tornando o custo desse financiamento mais competitivo ao cliente final e, por isso, tem se mostrado como o mecanismo mais adequado para apoiar as exporta&ccedil;&otilde;es de empresas multinacionais. Essas empresas tem acesso a funding de bancos internacionais, que combinado com o PROEX Equaliza&ccedil;&atilde;o, viabiliza, sem risco financeiro coberto por programas oficiais brasileiros, a exporta&ccedil;&atilde;o de bens e servi&ccedil;os a um custo competitivo, equivalente aos praticados pelas ag&ecirc;ncias de cr&eacute;dito &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses desenvolvidos.<\/p>\n<p>Os programas de apoio &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o, operados por essas ag&ecirc;ncias, s&atilde;o t&atilde;o fortes em alguns pa&iacute;ses que, para manter o relacionamento comercial em equil&iacute;brio (<em>a level playing Field),<\/em> a OCDE (Organiza&ccedil;&atilde;o para Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico) tem se esfor&ccedil;ado em manter sua fun&ccedil;&atilde;o de coordenar as pol&iacute;ticas de cr&eacute;ditos dos v&aacute;rios pa&iacute;ses membros com o objetivo de manter disciplinas financeiras, ou seja, n&atilde;o deixar que os subs&iacute;dios &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o ultrapassem o limite de uma competitividade saud&aacute;vel. &nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil, na contram&atilde;o, tem dado apoio credit&iacute;cio restrito, emitindo sinais d&uacute;bios para o mercado, em face do discurso da necessidade de aumentarmos nossas exporta&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Em 2012 e 2013, o montante efetivamente utilizado pelo PROEX Equaliza&ccedil;&atilde;o por meio da emiss&atilde;o de Notas do Tesouro Nacional da S&eacute;rie I (NTN-I) foi de US$ 281 milh&otilde;es e US$ 299 milh&otilde;es, respectivamente (Fonte: site CAMEX). Esses valores correspondem a apenas 0,02% e 0,03% do Or&ccedil;amento Geral da Uni&atilde;o e alavancam, em m&eacute;dia, um montante de exporta&ccedil;&atilde;o brasileira 20 vezes maior. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Outro ponto importante refere-se aos pa&iacute;ses de destinos das exporta&ccedil;&otilde;es realizadas ao amparo do Proex Equaliza&ccedil;&atilde;o. No per&iacute;odo de 2001 a 2013, o mecanismo viabilizou financeiramente exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras para 178 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos em todos os continentes, conforme quadro abaixo. Chama aten&ccedil;&atilde;o a quantidade de pa&iacute;ses africanos e europeus.<\/p>\n<p><img src='\/images\/tabela11.png' alt='' width='286' height='159' \/>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><em>Fonte:CAMEX<\/em><\/p>\n<p>Pode-se afirmar que 70% dessas opera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o realizadas entre empresas do mesmo grupo, que utilizam a Equaliza&ccedil;&atilde;o para exportar a partir do Brasil. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; parte financeira da opera&ccedil;&atilde;o, o funding &eacute; sempre de bancos privados, os recursos ingressam no pa&iacute;s antecipadamente e o risco de cr&eacute;dito &eacute; do financiador, sem cobertura de programa oficial brasileiro. &nbsp;<\/p>\n<p>Conforme amplamente noticiado, a economia brasileira passa por uma recess&atilde;o, confirmada pela divulga&ccedil;&atilde;o do segundo trimestre consecutivo de queda no Produto Interno Bruto. &nbsp;&Eacute; certo que somente por meio de um impulso no investimento, quando o investidor voltar a ter mais seguran&ccedil;a e confian&ccedil;a nas futuras pol&iacute;ticas de Governo, a economia brasileira poder&aacute; voltar a crescer de forma sustent&aacute;vel. As barreiras existentes em rela&ccedil;&atilde;o aos investimentos s&atilde;o conhecidas e todos sabem da necessidade de atac&aacute;-las, como o atraso na infraestrutura e o custo de produ&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, entre outras.&nbsp;<\/p>\n<p>Diante desse cen&aacute;rio, tamb&eacute;m &eacute; certo que as pol&iacute;ticas para alavancar exporta&ccedil;&otilde;es de bens e servi&ccedil;os brasileiros devem ser colocadas em primeiro plano pelo pr&oacute;ximo Governo. E, dentre elas, os programas oficiais de cr&eacute;dito &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o, como o PROEX Equaliza&ccedil;&atilde;o, dever&atilde;o ser refor&ccedil;ados para atrair investimentos e alavancar um volume maior de exporta&ccedil;&otilde;es a partir do Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>_______________________________<\/p>\n<p><em>L&uacute;cia Helena Monteiro<\/em>&nbsp;&eacute; Consultora S&ecirc;nior em Projetos de Financiamento &agrave; Exporta&ccedil;&atilde;o na Barral M Jorge Consultores Associados.&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A experi&ecirc;ncia internacional mostra que o aumento dos fluxos de com&eacute;rcio exterior e ganhos de competitividade de pa&iacute;ses em desenvolvimento est&atilde;o relacionados com os investimentos diretos estrangeiros, respons&aacute;veis pela introdu&ccedil;&atilde;o&#8230;<\/p>","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[22],"class_list":{"0":"post-51066","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-bmj","7":"tag-portugues"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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