{"id":1157,"date":"2014-10-24T00:00:00","date_gmt":"2014-10-24T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-10-24T00:00:00","modified_gmt":"2014-10-24T03:00:00","slug":"novas-incertezas-na-economia-impoem-mais-desafios-em-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmj.com.br\/es\/novas-incertezas-na-economia-impoem-mais-desafios-em-2015\/","title":{"rendered":"Novas incertezas na economia imp\u00f5em mais desafios em 2015"},"content":{"rendered":"<div class='node-author node-author-valor-share'>\n<div class='node-author-inner'>Por&nbsp;<strong>Ligia Guimar&atilde;es e Flavia Lima | De S&atilde;o Paulo<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div id='node-body' class='n-content'>\n<p>&Agrave;s v&eacute;speras do segundo turno, quem levar a melhor nas urnas pode ter uma certeza sobre o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico do pa&iacute;s que ir&aacute; governar em 2015: ele &eacute; politicamente muito desafiador. Al&eacute;m de v&aacute;rios indicadores de atividade e confian&ccedil;a terem se deteriorado em rela&ccedil;&atilde;o ao que era esperado no in&iacute;cio do ano, novos elementos ganham for&ccedil;a na reta final de 2014 para compor, como risco ou oportunidade, o horizonte da economia brasileira no pr&oacute;ximo mandato.<\/p>\n<p>A escassez de &aacute;gua e as iniciativas de racionamento, que comprometem tamb&eacute;m as perspectivas de oferta de energia; a recente mudan&ccedil;a na trajet&oacute;ria do c&acirc;mbio, pautada pelo panorama de crescimento da economia dos EUA e incerteza sobre uma poss&iacute;vel alta no juro americano; a invers&atilde;o do movimento nos pre&ccedil;os das commodities, como petr&oacute;leo e min&eacute;rio, que passaram a cair no mercado internacional; e as d&uacute;vidas sobre se a trajet&oacute;ria fiscal ser&aacute; suficiente para manter o grau de investimento do pa&iacute;s aparecem como vari&aacute;veis importantes para calibrar proje&ccedil;&otilde;es sobre o ano que vem.<\/p>\n<div class='ml-image mdl mblue mdl-img tabela-liberar-proporcao left ml-image-preset-media_library_small_horizontal  media-library-image'>\n<div class='hdr-right'>&nbsp;A falta de &aacute;gua em S&atilde;o Paulo e a trajet&oacute;ria de desabastecimento dos reservat&oacute;rios de energia d&atilde;o ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) &#8216;uma perspectiva muito ruim&#8217;, diz Vin&iacute;cius de Oliveira Botelho, do n&uacute;cleo de an&aacute;lises macroecon&ocirc;micas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas. &#8216;A associa&ccedil;&atilde;o desses cen&aacute;rios representa um risco muito grande para o crescimento de 2015, risco que talvez se prolongue para o ano seguinte&#8217;, estima o economista.<\/div>\n<\/div>\n<p>Marco Maciel, economista-chefe do Banco Pine, mant&eacute;m no horizonte a possibilidade de um racionamento de &aacute;gua, o que, em sua avalia&ccedil;&atilde;o, por n&atilde;o ter sido feito com planejamento, no &#8216;tempo certo&#8217;, pode afetar a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, a ind&uacute;stria e as fam&iacute;lias. O economista n&atilde;o descarta o racionamento de energia el&eacute;trica, ressaltando que, mesmo sem ele, haver&aacute; uso maior das t&eacute;rmicas e, consequentemente, pre&ccedil;os mais altos.<\/p>\n<p>A quest&atilde;o h&iacute;drica tem menos relev&acirc;ncia no cen&aacute;rio de Br&aacute;ulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, que prev&ecirc; situa&ccedil;&atilde;o menos cr&iacute;tica em 2015 do que o quadro atual. Especialmente em S&atilde;o Paulo, com a autoriza&ccedil;&atilde;o para usar mais um peda&ccedil;o do volume morto e com a perspectiva de chuvas mais perto da m&eacute;dia hist&oacute;rica nos pr&oacute;ximos meses. &#8216;H&aacute; risco, sim, de racionamento, mas &eacute; menor do que havia no come&ccedil;o de 2014&#8217;, afirma.<\/p>\n<p>Borges estima tamb&eacute;m que o risco de racionamento de energia seja menor do que o que a consultoria previa no in&iacute;cio deste ano (algo perto de 40%), porque a economia cresce pouco, o que significa demanda mais fraca por energia.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, diz Borges, as chuvas em todo o pa&iacute;s, com alguma irregularidade, est&atilde;o se aproximando da m&eacute;dia hist&oacute;rica. &#8216;N&atilde;o significa que os reservat&oacute;rios v&atilde;o se recuperar j&aacute; no ano que vem. Eles v&atilde;o levar uns tr&ecirc;s anos para voltar para os patamares normais&#8217;.<\/p>\n<p>Outro fator importante nas proje&ccedil;&otilde;es de Botelho, do Ibre, &eacute; a queda do pre&ccedil;o das commodities pelo mundo, como o petr&oacute;leo. &#8216;Representa, por um lado, uma press&atilde;o menor por um reajuste da gasolina no resultado da Petrobras. Por outro, uma queda nos termos de troca e os produtos que n&oacute;s exportamos est&atilde;o ficando muito mais baratos&#8217;, diz o economista.<\/p>\n<p>Os pre&ccedil;os mais baixos das mat&eacute;rias-primas podem ainda, na vis&atilde;o do economista do Ibre, reduzir a atratividade de projetos na cadeia de petr&oacute;leo e minera&ccedil;&atilde;o, por exemplo, dificultando a tarefa de elevar o n&iacute;vel de investimentos.<\/p>\n<p>O economista Ant&ocirc;nio Corr&ecirc;a de Lacerda, professor doutor do Departamento de Economia da PUC-SP, tamb&eacute;m diz que o comportamento das commodities pode ser ruim para a balan&ccedil;a. Ele prev&ecirc; que o boom observado na d&eacute;cada passada nas cota&ccedil;&otilde;es das mat&eacute;rias-primas chegou ao fim; mesmo que os pre&ccedil;os n&atilde;o sigam caindo em 2015, n&atilde;o subir&atilde;o nos patamares antigos. &#8216;O que tem sustentado nossa balan&ccedil;a comercial s&atilde;o as commodities.&#8217;<\/p>\n<p>Borges, da LCA, v&ecirc; um aspecto benigno no cen&aacute;rio de desvaloriza&ccedil;&atilde;o das commodities, que ajuda um pouco o processo desinflacion&aacute;rio. &#8216;Pode baratear os pre&ccedil;os de alguns produtos que consumimos aqui&#8217;, diz. O efeito l&iacute;quido, diz ele, especialmente no caso do petr&oacute;leo, retiraria algo entre 0,2 e 0,3 ponto percentual de infla&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Lacerda prev&ecirc; que um vi&eacute;s positivo para o com&eacute;rcio exterior vir&aacute; da trajet&oacute;ria de desvaloriza&ccedil;&atilde;o do c&acirc;mbio &#8211; que se manter&aacute; em torno dos R$ 2,50 no ano que vem, e ser&aacute; suficiente para gerar saldo positivo entre US$ 3 bilh&otilde;es e US$ 4 bilh&otilde;es, melhor que o saldo zero previsto para 2014. &#8216;Atividade fraca e d&oacute;lar mais alto sugerem queda do ritmo de crescimento das importa&ccedil;&otilde;es&#8217;, diz.<\/p>\n<p>Botelho, do Ibre, discorda. Para ele, o vi&eacute;s de alta do d&oacute;lar mantido para o ano que vem n&atilde;o ser&aacute; suficiente para beneficiar a balan&ccedil;a comercial brasileira. &#8216;Ao mesmo tempo, desfavorece outros [setores] que importavam insumos para produ&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica, que s&atilde;o as empresas mais inseridas nas cadeias de valor. E encarece o pre&ccedil;o de m&aacute;quinas e equipamentos importados, uma fonte importante de investimento.&#8217;<\/p>\n<p>A deteriora&ccedil;&atilde;o das contas fiscais do governo brasileiro, com super&aacute;vit prim&aacute;rio cada vez menor, somada &agrave; perspectiva de baixo crescimento da economia e da arrecada&ccedil;&atilde;o de tributos, coloca a an&aacute;lise de risco da d&iacute;vida brasileira em alerta, diz Botelho. O importante, ressalta o economista, &eacute; que a condu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica fiscal no ano que vem seja suficiente para superar a atual dificuldade de manuten&ccedil;&atilde;o do esfor&ccedil;o fiscal no curto prazo, marcada pelo excesso de depend&ecirc;ncia de receitas extraordin&aacute;rias.<\/p>\n<p>&#8216;Com esse eventual rebaixamento, h&aacute; a possibilidade de uma segunda rodada de desvaloriza&ccedil;&atilde;o cambial&#8217;, diz Botelho, para quem tal cen&aacute;rio exigiria um aumento de juros para compensar o efeito cambial sobre a infla&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Borges, da LCA, tamb&eacute;m v&ecirc; o rebaixamento como possibilidade para o ano que vem. &#8216;O grau de investimento est&aacute; amea&ccedil;ado, sim. As ag&ecirc;ncias t&ecirc;m sinalizado que isso depende n&atilde;o de quem ganhar as elei&ccedil;&otilde;es, mas das sinaliza&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o dadas logo ap&oacute;s o pr&oacute;ximo domingo&#8217;, diz. Para ele, &eacute; preciso reduzir a percep&ccedil;&atilde;o de risco do Brasil com sinaliza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&oacute; de pol&iacute;tica econ&ocirc;mica, mas tamb&eacute;m com indica&ccedil;&atilde;o de nomes para a equipe econ&ocirc;mica.<\/p>\n<p>Borges diz que o mercado est&aacute; preocupado porque o governo Dilma ainda n&atilde;o ofereceu nomes. J&aacute; no caso de A&eacute;cio Neves, diz ele, as incertezas giram em torno de constru&ccedil;&atilde;o de base no Congresso. &#8216;Ele vai precisar de pelo menos dez partidos para viabilizar aprova&ccedil;&atilde;o de reformas, enquanto a Dilma precisa de sete, pois o PT ainda &eacute; o maior partido no C&acirc;mara.&#8217;<\/p>\n<p>Maciel, do Banco Pine, diz que, sem uma pol&iacute;tica fiscal mais contracionista, que eleve o super&aacute;vit prim&aacute;rio para, pelo menos, 1,5% do PIB, h&aacute; a possibilidade de rebaixamento. &#8216;Se isso n&atilde;o for feito, a nota do pa&iacute;s pela S&amp;P pode passar de est&aacute;vel para negativa e isso pode acontecer nos seis primeiros meses do ano que vem ou logo ap&oacute;s, com as outras ag&ecirc;ncias a reboque&#8217;, afirma.<\/p>\n<p>J&aacute; na vis&atilde;o de Lacerda, o risco de que a nota do Brasil seja rebaixada &eacute; muito pequeno. &#8216;Muito provavelmente a revis&atilde;o por parte das ag&ecirc;ncias s&oacute; tende a ocorrer em 2016, j&aacute; que dever&atilde;o levar em conta a gest&atilde;o do novo governo&#8217;, diz. Para Lacerda, qualquer seja o presidente eleito, a equipe econ&ocirc;mica ter&aacute; o desafio de recriar a confian&ccedil;a da economia e, para isso, apresentar um plano cr&iacute;vel de recupera&ccedil;&atilde;o das contas p&uacute;blicas.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Ligia Guimar&atilde;es e Flavia Lima | De S&atilde;o Paulo &Agrave;s v&eacute;speras do segundo turno, quem levar a melhor nas urnas pode ter uma certeza sobre o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico do pa&iacute;s&#8230;<\/p>","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[22],"class_list":{"0":"post-1157","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"tag-portugues"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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